Entrada Sugestões do Mês Livro do Mês Abril de 2017 - A Pedra ainda Espera Dar Flor - Dispersos

Menu Principal

Sugestões do Mês

escritor escrevendo

Autor

livres-05 

Livro

opinião

Opinião

bandes-07 

Filme

musica

Música

Horas

Em cima do acontecimento

« < Dezembro 2017 > »
S T Q Q S S D
27 28 29 30 1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31

Bibliotecas nas Redes Sociais

facebook     twitter

Centenário do Concelho

centenario SBA logo

 

bibliodigital

Projetos e Programas

ler logo

 

conta-nos uma  historia logo

 

portal das escolas logo

 

seguranet

Visitantes online

Publicidade

Faixa publicitária

Parceiros


 
Alojamento ESJBV ESJBV
Abril de 2017 - A Pedra ainda Espera Dar Flor - Dispersos

a pedra ainda espera dar florAutor: Raúl Brandão

Editora: Quetzal Editores

Género: Ensaio

Ano: 2013

Páginas: 192

 

Sobre o livro:

"Recolhido de quase quarenta publicações de todo o tipo, calibre e geografia, emergia pela primeira vez um imenso corpo textual de nítida proximidade com os temas recorrentes de Raul Brandão, que algumas vezes, e a considerável distância temporal, serve de base a passagens das suas Memórias, outras comenta livros da época, outras ainda, como os verbetes do Guia de Portugal, desdobra a escrita impressionista de Os Pescadores e de As Ilhas Desconhecidas, ou enfatiza todo o seu envolvimento com o teatro e desde muito cedo (1892).

Ficava também em evidência a atenção central concedida a Columbano Bordallo Pinheiro e a Guerra Junqueiro (a quem, na verdade e recorde-se, Raul Brandão dedicou, respectivamente, Memórias e Os Pobres), a sua compaixão por Almeida Garrett janota, impiedosamente troçado nas gazetas e nas tertúlias, o seu fascínio por Camilo Castelo Branco, e trazia-se a primeiro plano a «História do batel Vai com Deus e da sua companha», folhetim da nossa vida piscatória publicado em 1901, claramente preanunciador de Os Pescadores, escrito duas décadas depois — e que não devia faltar, como anexo, a nenhuma edição desse livro digna do nome.

As suas reportagens sobre jovens delinquentes, sem-abrigo, presos ou hospiciados de Lisboa, que Guilherme de Castilho mencionara e depois dele José Cardoso Pires, puderam pela primeira vez ser lidas nesses meus livros."

Da nota introdutória por Vasco Rosa.

Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

Sobre o autor:

raúl bradãoRaul Brandão nasceu na Foz do Douro, Porto, a 12 de março de 1867, e morreu em Lisboa a 5 de dezembro de 1930.

Militar de 1888 a 1911, quando se reformou do posto de capitão, foi ao jornalismo e à literatura que dedicou a sua vida, escrevendo livros, como Húmus, a sua obra-prima, ou peças de teatro como O Gebo e a Sombra, que impressionaram várias gerações até aos nossos dias.

Sem nunca ter escrito poesia, a sua escrita é predominantemente poética, e a condição humana é o tema profundo da sua obra: simbolista-decadentista no início, com História de um Palhaço, impressionista no final, quando escreve Os Pescadores e As Ilhas Desconhecidas, considerado «um dos melhores livros de viagens de todos os tempos na literatura portuguesa». As suas Memórias – que agora se apresentam reunidas num único volume – são uma das grandes referências nacionais neste género