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| Clube de Leitura - Outubro de 2016 |
| sexta-feira, 14 outubro 2016 08:13 | ||||
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31 de outubro de 2016 | 15h30 | Sala João Belchior Viegas À Descoberta "Amar é não controlar o que o outro vai fazer com o amor" O Clube de Leitura reinicia a sua atividade acolhendo o poeta José Tolentino de Mendonça, que nos vem falar sobre a sua obra e o seu pensamento Poeta, sacerdote e professor, José Tolentino Mendonça nasceu em 1965, na Ilha da Madeira. Doutorado em Teologia Bíblica, em Roma, volta para Lisboa e nesta cidade, torna-se capelão e docente da cadeira de Teologia Bíblica na Universidade Católica. Padre desde os 24 anos de idade, José Tolentino Mendonça afirma que a sua vocação religiosa "foi uma coisa da juventude, inconsequente, imprudente, inesperada, que eu procuro manter. Ser padre é (...) aceitar a pobreza como condição. E a pobreza é uma coisa chata de viver. É achar que isso pode ser uma forma de dizer alguma coisa ao seu tempo. ".
Este prestígio foi legitimado através da escolha do seu nome para fazer parte de uma antologia de poetas portugueses, da responsabilidade da Lacerda Editores. Organizada por Alberto da Costa e Silva e Alexei Rueno, esta obra intitulada "Panorama da Moderna Poesia Portuguesa", reúne 72 poetas modernos consagrados, nomeadamente Jorge Sena, Nuno Júdice e Fernando Pinto do Amaral. Em 2000, fez a apresentação da reedição do livro O Pobre Tolo de Teixeira de Pascoaes, escritor falecido em 1952 e de quem Tolentino Mendonça dizia ser "uma figura de fronteira na paisagem mental do século português ". Editou o seu primeiro livro de poesia Os Dias Contados em 1990 e, desde então, tem diversificado a sua obra como poeta, ensaísta e tradutor. Assim, em 1997 traduziu Cântico dos Cânticos, em 1994 editou o ensaio As Estratégias do Desejo: Um Discurso Bíblico Sobre a Sexualidade, em 1997 Longe Não Sabia, em 1998 A que Distância Deixaste o Coração e, finalmente, o livro de poesia De Igual Para Igual.
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de José Tolentino de Mendonça
Ocupando já um lugar de destaque na poesia portuguesa contemporânea, o autor, para quem "A poesia é a arte de resistir ao seu tempo", integrou uma delegação que representou Portugal, então país homenageado, em 1999, na 9.ª Bienal Internacional do livro do Rio de Janeiro, ao lado de uma plêiade conceituada de escritores e poetas portugueses.