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A Rapariga que Roubava Livros

  

Markus Zusak a rapariga que roubava livros

 

P.11 – EIS UM PEQUENO FACTO Vocês vão morrer.

 

P.27 – Os necessitados procuram sempre manter-se em movimento, como se a deslocação pudesse ajudar.

 

P.78 – É difícil não gostar de um homem que, além de reparar nas cores, ainda fala delas.

 

P.97 – Suponho que os humanos gostam de observar um pouco de destruição. Castelos na areia, castelos de cartas, é por aí que começam. O seu grande talento é a capacidade de irem refinando progressivamente essa atividade.

 

P. 112 – Como é habitual nos humanos, a sua preocupação era consigo mesma.

 

P.117 – Aos onze anos, a paranoia é forte. Aos onze anos, o alívio é eufórico.

 

P.142 – Podemos ser criminosos, mas não somos totalmente imorais.

 

P.180 – Ele era um judeu, e se havia um lugar onde estivesse destinado a existir, era uma cave ou qualquer outro oculto local de sobrevivência.

 

P.187 – Só confiamos nas pessoas em que temos de confiar.

 

P.187 – Explicou-lhes que era judeu por educação, pelo sangue, mas também que o judaísmo era agora, mais do que nunca, uma etiqueta, um ruinoso golpe da pior sorte possível.

 

P.187 – […] um homem jovem é ainda um rapaz, e um rapaz tem por vezes o direito de ser obstinado.

 

P.216 – […] em certas situações, aceita-se o que se pode ter.

 

P.252 – […] exercia o direito flagrante de todas as pessoas que já pertenceram a uma família. Está muito bem para essas pessoas lamentarem-se, queixarem-se e criticarem outros membros da família, mas não deixam que mais ninguém o faça.

 

P.252 – É uma pena não se poder comer livros.

 

P.324 – Era óbvio que a guerra esfumava a distinção entre lógica e superstição.

 

P.347 – […] a criança humana. Muito mais perspicaz.

 

P.397 – Por qualquer motivo, os moribundos fazem sempre perguntas de que sabem a resposta. Talvez para poderem morrer t endorazão.

 

P.441 – Mas haveria castigo e dor, e haveria também felicidade. Escrever era isso.

 

P.441 – Como poderia ela saber que alguém apanharia a sua história e a levaria consigo para toda a parte?

 

P.450 – Surpreende-me aquilo de que os humanos são capazes, mesmo quando lhes correm rios pelas faces e eles avançam cambaleantes, a tossir, a procurar, e a encontrar.

Carla Mateus

 

 

 

 

Livros referidos na obra:

  • O cão Fausto, Matheus Ottleberg
  • O Farol, Ingrid Rippinstein
  • O encolher de ombros
  • O assobiador
  • Os homens de lama
  • O portador de sonhos
  • Uma canção no escuro
  • Sob a macieira
  • O décimo tenente
  • O último estranho humano
  • As regras de Tommy Hoffmann
  • A sacudidora de palavras