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O Livro do Ano
afonso cruz o livro do ano

 

"Nenhum homem é mais alto do que o seu chapéu. A não ser quando levanta os braços. Isso acontece quando está feliz. Ou quando está a ser assaltado." (págs. 24-26)

 

"Não é preciso ser cientista para compreender as árvores, basta ser pássaro. Ou Abril." (pág. 28)

 

"Todos os dias faço coisas estranhas, pois tenho medo do Instituto das Pessoas Normais." (pág. 30)

 

"Tenho reparado que a grande diferença entre o outono e a primavera é que no outono as plantas morrem e na primavera nascem. A diferença só pode estar na chuva. A da primavera faz crescer e a outra faz morrer." (pág. 40)

 

"Tal como nós temos coração, intestinos, rins, fígado… o mar tem peixes. Nós usamos pentes. O mar usa barcos." (págs. 48-51)

 

"Às vezes, trago um deserto para casa. É quando me sinto sozinha." (pág. 60)

 

"O meu irmão diz que é muito fácil fazer um oásis num deserto. Basta juntar água." (pág. 62)

 

"Quanto mais facilidade uma música tem em entrar na cabeça, mais dificuldade tem em sair." (pág. 65)

 

"Na praia, o horizonte é uma linha reta de mar. Mas, visto do espaço, é redondo." (págs. 68-70)

 

"Enquanto os pardais preferem voar no céu, os reflexos dos pardais preferem voar nos rios." (págs. 76-77)

 

"Caiu uma folha dum livro. Já é outono." (pág. 80)

 

"Uma só letra é muito importante. Se não fosse o «g», o gastrónomo tinha de se dedicar às estrelas e aos planetas." (págs. 82-83)

 

"A parte de dentro do sapato é o pé. E a parte de fora é um passo." (pág. 88)

 

"Por baixo do guarda-chuva é um bocadinho menos novembro." (pág. 94)

 

"Uma sombra demora muitos anos a crescer." (pág. 99)

 

"O meu avô diz que a felicidade é uma péssima corredora e que é fácil fugirmos dela. E a tristeza?, perguntei. É uma excelente corredora, respondeu ele." (pág. 103)

 

"Para aquecer o corpo, o melhor é uma lareira. Mas, para aquecer a parte de dentro do corpo, o melhor é ler." (pág. 107)

 

"O Pai Natal passa o ano a sacudir almofadas, que é onde ficam os restos dos nossos sonhos […]. É assim que ele sabe o que mais desejamos." (pág. 110)

 

"Os brinquedos abandonam-nos à medida que vamos crescendo." (págs. 114-15)

 

"As fotografias antigas são mais parecidas connosco quando éramos pequenos." (pág. 117)

 

"A melhor resposta é saber fazer uma pergunta […]." (pág. 129)

 

"[…] quando nos arrependemos do que dizemos: atiramos as palavras para fora e elas caem dentro de nós." (pág. 131)

 

O meu avô passa muito tempo no parque. Diz que o problema de envelhecer não é esquecermo-nos das coisas, é que tudo se esqueça de nós." (pág. 134)

 

"Quando penso nos dias, sei que eles são feitos de memórias. Comprei um diário." (pág. 136)

 

"O meu avô quase não tem cabelo. Tenho um penteado invisível, diz-me ele." (pág. 137)

 

Diogo Morais

 
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